Uso de óleo na cozinha durante o preparo de alimentos em panela no fogão

Conheça os 8 principais tipos de óleo de cozinha e suas características

Você sabe quais são os principais tipos de óleo usados na cozinha profissional? Segundo a Embrapa, o Brasil produz cerca de 9,85 milhões de toneladas de óleos vegetais por ano, ocupando a 7ª posição mundial no ranking de produção. 

Com tanta variedade, escolher o óleo ideal para cada aplicação é essencial. Neste artigo, a Elogiata te apresenta os oito principais tipos de óleos vegetais, suas características e vantagens

Continue a leitura e descubra como cada opção atende às necessidades da indústria alimentícia, e qual é a melhor para as suas receitas.

Boa leitura!

Quais são os tipos de óleos que existem?

Entre os tipos de óleos vegetais mais comuns estão o óleo de soja, o óleo de girassol, o azeite de oliva e o óleo de algodão

Cada um desses tipos tem propriedades que atendem a diferentes necessidades. Alguns são ideais para frituras, enquanto outros se destacam pelo valor nutricional. 

É por isso que, no contexto da cozinha profissional, a escolha do óleo ideal deve ser cuidadosamente considerada devido a vários fatores que impactam a saúde, o sabor e a qualidade dos alimentos

Primeiramente, os óleos são submetidos a altas temperaturas durante o preparo, o que pode levar à oxidação e à formação de compostos nocivos, como aldeídos e peróxidos de lipídios. 

Outro detalhe é que cada tipo de óleo possui um ponto de fumaça específico, que determina a temperatura máxima em que ele pode ser utilizado sem se decompor e liberar substâncias prejudiciais.

Um outro ponto importante é o custo-benefício de cada um desses óleos, um fator de alta relevância para a competitividade de um negócio do ramo alimentício. 

Considerando tudo isso, a seguir vamos conferir os oito principais tipos de óleos vegetais e como eles podem ser usados de forma eficiente.

1. Óleo de soja

Extraído da soja, é amplamente utilizado em frituras devido ao seu ponto de fumaça elevado, de cerca de 230°C. Porém, em termos nutricionais, não é o mais indicado

Sua alta concentração de ômega 6, em relação ao ômega 3, pode prejudicar o equilíbrio do organismo, favorecendo inflamações e problemas cardiovasculares quando consumido em excesso. 

Apesar disso, não é prejudicial quando usado moderadamente, sendo, portanto, uma opção acessível e prática em preparos profissionais.

2. Óleo de oliva (azeite)

O azeite de oliva, uma opção saudável e saborosa, tem um ponto de fumaça de 190°C a 210°C, dependendo da sua qualidade e refinamento. 

Embora seja uma escolha nutritiva, rica em gordura monoinsaturada e vitaminas A, E e K, seu custo mais elevado o torna menos acessível para frituras e preparos em larga escala. 

É mais recomendado para temperar saladas ou finalizar pratos, onde seu sabor e benefícios nutricionais se destacam.

3. Óleo de algodão

O óleo de algodão é bastante utilizado em frituras de longa duração devido à sua alta estabilidade térmica, também com ponto de fumaça em torno de 230°C

Ele ajuda a reter o sabor dos alimentos e garante crocância, sendo ideal para grandes quantidades de fritura em restaurantes e lanchonetes. 

Além disso, tem baixo teor de gordura trans e é rico em vitamina E, que tem ação antioxidante, ajudando a proteger as células do organismo quando consumido de forma equilibrada.

Embora também seja rico em ômega-6, o óleo de algodão apresenta um desequilíbrio menor entre ômega-6 e ômega-3 em comparação ao óleo de soja.

Adicionalmente, o óleo de algodão tende a render mais em frituras, podendo ser utilizado em menor quantidade, o que tende a ser mais econômico a longo prazo. 

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Diferentes tipos de óleos vegetais como azeite, óleo de girassol e óleo de cozinha

4. Óleo de girassol

O óleo de girassol é ideal para grelhados, refogados, assados e frituras rápidas. Com ponto de fumaça em torno de 227°C, ele suporta temperaturas moderadas sem oxidar facilmente. 

Seu sabor neutro preserva o gosto dos alimentos, o que faz dele uma boa escolha para molhos, maioneses e conservas. 

Rico em gorduras insaturadas, ele é uma opção mais leve para a cozinha profissional, mas não é o mais indicado para frituras prolongadas, uma vez que pode degradar-se mais rápido do que outros óleos mais estáveis.

5. Óleo de milho

O óleo de milho tem sabor suave e é amplamente utilizado na culinária profissional, especialmente para cozinhar a temperaturas médias, não sendo recomendado para uso em altas temperaturas. 

Seu ponto de fumaça é entre 204°C a 213°C, sendo ideal para refogados, assados e preparos de confeitaria.

Contudo, o desequilíbrio entre ômega 6 e ômega 3 e a necessidade de refino no processo de extração podem reduzir seus benefícios nutricionais.

6. Óleo de canola

O óleo de canola se destaca pelo menor teor de gordura saturada entre os óleos vegetais e pela presença de gorduras mono e poli-insaturadas, que auxiliam no controle do colesterol. 

Com ponto de fumaça de aproximadamente 200°C, deve ser usado com moderação em frituras intensas. Seu sabor neutro o torna ideal para refogados, preparos de molhos e na confeitaria.  

Embora seja considerado uma opção mais saudável, seu preço é superior ao de outros óleos populares. 

7. Óleo de coco

O óleo de coco é conhecido por sua alta estabilidade térmica e resistência à oxidação. Com ponto de fumaça em torno de 177°C, é indicado para refogados leves e assados. 

Seu sabor característico pode interferir em algumas receitas, mas é valorizado em pratos que combinam com um toque adocicado. 

Rico em gorduras saturadas, ele oferece energia rápida, mas seu consumo excessivo pode impactar os níveis de colesterol.

 Na cozinha profissional, é usado em confeitaria, panificação e culinária saudável.

8. Óleo de palma (dendê)

Extraído do fruto do dendezeiro, o óleo de palma tem cor avermelhada, sabor marcante e alto teor de gordura saturada

Rico em vitaminas A e E, é muito usado na culinária africana, asiática e brasileira, especialmente em frituras e pratos tradicionais. 

Seu ponto de fumaça é de aproximadamente 232°C, o que faz dele uma opção adequada para altas temperaturas e garantir alta crocância em frituras. 

Apesar da versatilidade, seu cultivo está ligado a questões ambientais que requerem atenção quanto à escolha de fornecedores responsáveis

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